Brasil pode ingressar na OCDE em três anos, diz Onyx

0
17

O ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, disse hoje (23) que o Brasil deve concluir a entrada na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) em até três anos. Ele participou da live (transmissão ao vivo) semanal com o presidente Jair Bolsonaro, pelo Facebook. 

Mais cedo, os Estados Unidos formalizaram o apoio à entrada do Brasil na OCDE, durante reunião do órgão em Paris, na França. 

Lançamento

“O reforço dos EUA no apoiamento do ingresso do Brasil nos ajuda e a gente estima aí que num prazo de dois a três anos a gente possa estar nesse seleto grupo de países, mais uma vez abrindo sua economia, trazendo empregos de qualidade e melhorando a vida dos brasileiros”, disse Lorenzoni.  “Desde a década de 1990 que o Brasil tabalha para ingressar nesse seleto grupo de países”. 

Segundo o ministro, a internalização das práticas de boa governança da OCDE será positiva para o Brasil, dentre os que disputam uma vaga no órgão, que está mais próximo desses padrões. “O país, ao internalizar as práticas da OCDE, não apenas melhora sua governança interna, melhora a condição da chegada do investimento internacional e faz parte desse processo importante da internacionalização da economia brasileira. O Brasil, de todos os países não membros, é o mais aderente”.

Promessa de Trump

Ao comentar o assunto, o presidente Jair Bolsonaro atribuiu a decisão do governo dos EUA a um pedido que ele mesmo fez ao presidente norte-americano Donald Trump, durante a visita a Washington, em março.   

“Em nossa viagem aos EUA, há um mês e meio, eu pedi ao presidente Trump que nos aceitasse nesse grupo [OCDE]. E ele aceitou e logo depois divulgou e começou a trabalhar nesse sentido. Vale a pena dizer também que eu pedi ao presidente Trump que o Brasil fosse incluído na condição de grande aliado extra-OTAN [Organização do Tratado do Atlântico Norte] e, há duas semanas, ele também enviou essa mensagem ao Congresso americano para nos incluir nessa categoria”, disse.

Edição: Fábio Massalli